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Tudo sobre Eduardo Bolsonaro

Eduardo Bolsonaro resiste à volta ao cargo na PF após perda de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, respondeu à solicitação da Polícia Federal para retornar ao cargo de escrivão. Após a perda do mandato pela Câmara, Eduardo publicou um vídeo alegando impossibilidade de voltar ao Brasil, mencionando perseguição por figuras como o ministro Alexandre de Moraes. Ele enfatizou sua determinação em lutar pelo cargo e sua preocupação com benefícios, como aposentadoria e porte de armas. Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, enfrenta investigações no STF, ligadas a uma suposta articulação contra o Brasil. A PF formalizou o retorno à função, publicado no Diário Oficial.

Eduardo Bolsonaro é obrigado a retornar ao cargo de escrivão da PF

A Polícia Federal determinou o retorno imediato de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão após a cassação de seu mandato como deputado federal. Ele, que está foragido nos Estados Unidos, não compareceu às sessões da Câmara dos Deputados e teve seu afastamento declarado encerrado. A decisão foi publicada no Diário Oficial, onde a corporação suspendeu o afastamento a partir de 19 de dezembro de 2025. Eduardo, réu no STF por promover sanções contra o Brasil, deve reassumir suas funções na PF, uma vez que não exerce mais o cargo parlamentar desde a sua cassação.

Câmara cancela passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

A Câmara dos Deputados do Brasil cancelou os passaportes diplomáticos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem após a cassação de seus mandatos. Eduardo, que começou a faltar a muitas sessões, teve seu mandato perdido devido a não comparecimentos em 79% das sessões, o que contraria a Constituição. Ele esteve nos Estados Unidos, onde se envolveu em questões políticas, enquanto Ramagem, condenado a 16 anos de prisão, está foragido no exterior e é alvo de pedido de extradição. Ambos perderão benefícios significativos, incluindo acesso a imóveis funcionais e verbas remuneratórias.

Eduardo Bolsonaro tem passaporte diplomático anulado após perder mandato

A Câmara dos Deputados anulou o passaporte diplomático de Eduardo Bolsonaro um dia após sua perda de mandato. A decisão está alinhada às regras internas da Casa, que exigem a devolução do documento nesta situação. Eduardo expressou em suas redes sociais que a medida visa dificultar sua permanência no exterior, sugerindo que o ministro Alexandre de Moraes estaria por trás do cancelamento. Desde fevereiro, ele está autoexilado nos Estados Unidos e acumulou 59 ausências não justificadas nas sessões, levando à declaração oficial de sua perda de mandato pelo presidente da Câmara.

Eduardo Bolsonaro considera passaporte de apátrida após cassação de mandato

Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, afirmou que está considerando a solicitação de um passaporte de apátrida após a cassação de seu mandato, ocorrida recentemente. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro e destacou que a ordem para não lhe conceder um passaporte comum é uma tentativa de Alexandre de Moraes de desestabilizar seu trabalho. Apesar da perda do mandato, Eduardo acredita que suas relações internacionais permanecem intactas e confia na continuidade de seus contatos com diferentes países. Ele ainda planeja colaborar na campanha do irmão e manter sua eficácia em atividades internacionais.

Eduardo Bolsonaro perde mandato e causa repercussão internacional

A Câmara dos Deputados decidiu declarar a perda de mandato do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro em 18 de dezembro de 2025. Eduardo, que vive autoexilado nos Estados Unidos desde fevereiro, acumulou 59 ausências não justificadas nas sessões do plenário, o que resultou em sua cassação. A imprensa internacional, incluindo veículos como La Nación e Bloomberg, comentou sobre suas ausências e a condenação de seu pai, Jair Bolsonaro, a 27 anos de prisão. Mesmo assim, Eduardo afirmou que sua ida aos EUA valeu a pena, vendo isso como uma medalha de honra.

Nova configuração na Câmara: quem são os suplentes de Bolsonaro e Ramagem?

A Câmara dos Deputados decidiu cassar os mandatos de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem, resultando na ascensão dos suplentes José Olímpio e Dr. Flávio. Olímpio, missionário evangélico com tradição em pautas conservadoras, volta à Câmara após dois mandatos, compromettendo-se a defender a população brasileira e valores sociais. Dr. Flávio, veterinário e ex-secretário estadual de Agricultura, deixará seu cargo no governo do Rio para se instalar no mandato. Ambos trazem experiências distintas, com Olímpio focando em liberdade religiosa e Dr. Flávio vinculando-se ao setor agropecuário, refletindo a diversidade de interesses na Casa legislativa.

Eduardo Bolsonaro considera cassação de mandato como medalha de honra

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro reagiu à cassação de seu mandato, afirmando que considera a decisão uma 'medalha de honra'. Ele alegou que perdeu o cargo por ter cumprido as expectativas de seus eleitores, e não por corrupção ou crimes. Eduardo expressou satisfação em sua permanência nos Estados Unidos, destacando que sua atuação no exterior teve impacto contra regimes opressivos. Ele se declarou o deputado federal mais votado da história do Brasil e criticou figuras que votaram pela sua cassação, enfatizando que continuará ativo na política, independente do cargo, buscando novas oportunidades.

PL analisa futuro de deputado que votou pela cassação de Eduardo Bolsonaro

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, declarou que o partido irá avaliar a situação de Antônio Carlos Rodrigues, que participou da votaçã para a cassação de Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Sóstenes não emitiu juízo de valor, mas enfatizou a importância de discussões internas sobre o assunto. Rodrigues, expulso do PL por sua proximidade com Alexandre de Moraes, teve sua situação defendida por Valdemar da Costa Neto, presidente do partido. A decisão da Mesa Diretora de cassar Eduardo e Ramagem gerou controvérsias sobre o processo, que não passou pelo plenário da Câmara.

Tensão cresce entre aliados de Eduardo Bolsonaro após revogação de sanções dos EUA

Após a revogação das sanções do governo dos EUA ao ministro Alexandre de Moraes e à sua esposa, aliados de Eduardo Bolsonaro trocaram insultos nas redes sociais. Nikolas Ferreira e Allan dos Santos discutiram sobre a postagem apagada de Santos que dizia que Lula não conseguiria remover a Lei Magnitsky. Eduardo Bolsonaro, em suas declarações, lamentou a falta de unidade política no Brasil e como isso contribuiu para a situação complicada no exterior. Essa tensão aumentou com as reações nas redes sociais, revelando descontentamento entre os apoiadores de Bolsonaro e dos Santos.

Eduardo Bolsonaro vê esperança em diálogo entre Trump e Lula

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, expressou otimismo com a conversa entre os presidentes Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva, ressaltando que um diálogo franco pode abrir oportunidades importantes. Ele mencionou a necessidade de lidar com a crise institucional no Brasil de maneira honesta, afirmando que isso é crucial para o avanço das relações bilaterais. Eduardo, que se tornou réu no STF por interferência no julgamento de um processo que envolve seu pai, pediu apoio nas negociações que protejam os interesses dos EUA, enquanto restabeleçam as liberdades civis no Brasil.

Eduardo Bolsonaro se torna réu por interferência em julgamento do pai

A 1ª Turma do STF tornou o deputado federal Eduardo Bolsonaro réu por tentativas de interferência no julgamento de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. A decisão foi unânime após o voto de Cármen Lúcia. Eduardo, que se encontra nos EUA, é acusado de buscar punições para o ministro do STF Alexandre de Moraes e a Polícia Federal. O plenário virtual concluirá o julgamento em 25 de novembro. A defesa do réu está a cargo da Defensoria Pública da União. O caso gerou grande repercussão na política brasileira.

STF torna Eduardo Bolsonaro réu em decisão que abala o cenário político

Em uma decisão histórica, o STF tornou Eduardo Bolsonaro réu por coação em julgamentos relacionados ao golpe de Estado. A maioria formada por ministros, incluindo Flávio Dino e Cristiano Zanin, foi celebrada por aliados de Lula nas redes sociais. Essa acusação centra-se nas ações de Eduardo nos EUA, onde tentou interferir na condenação de seu pai, Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar. Diversas figuras políticas, como Guilherme Boulos e Erika Hilton, manifestaram apoio à decisão, destacando a importância dela para a democracia e a justiça, ressaltando que a impunidade não deve ser permitida.

Eduardo Bolsonaro se torna réu no STF por tentativa de interferência

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República, tornando Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, réu por tentativa de interferência na investigação sobre um alegado golpe. O ministro Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram a favor, enquanto a ministra Cármen Lúcia ainda não se manifestou. A acusação também envolve o blogueiro Paulo Figueiredo, e as penas podem variar entre um a quatro anos, podendo ser aumentadas para seis anos e oito meses em caso de crime continuado, conforme previsto no Código Penal.

Denúncia contra Eduardo Bolsonaro revela pressões dos EUA sobre STF

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, recebeu uma denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo. Moraes revelou indícios de que Eduardo articulou pressões externas, como a suspensão de vistos de autoridades brasileiras pelos EUA, visando influenciar a Corte em favor de Jair Bolsonaro. O ministro afirmou que Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo promoviam ações para obter sanções estrangeiras, visando tratar de anistia para investigados pelos atos de 8 de janeiro. A denúncia inclui a aplicação da Lei Magnitsky. Moraes deverá votar no caso em plenário virtual.

STF julga denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação nos EUA

Nesta sexta-feira, 14 de novembro de 2025, a 1ª Turma do STF iniciará o julgamento sobre a denúncia da PGR contra Eduardo Bolsonaro. Ele é acusado de coação por tentar influenciar autoridades americanas a questionarem a condenação de seu pai, Jair Bolsonaro, a 27 anos e 3 meses de prisão. O STF fará o julgamento no formato virtual, e os ministros têm até 25 de novembro para decidir se abrem ação penal. Se a maioria aceitar, Eduardo se tornará réu, com uma possível decisão unânime a favor da denúncia da Procuradoria Geral da República.

Troca de ofensas entre Eduardo Bolsonaro e governador de MT gera polêmica

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, atacou o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, chamando-o de “político bosta” após Mendes criticá-lo por declarações sobre tarifas nos Estados Unidos. A controvérsia aumentou quando Eduardo afirmou que Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, era o “candidato do sistema”. Mendes, em resposta, disse que Eduardo estava “falando merda” e distante da realidade brasileira. Eduardo, por sua vez, rebateu acusando Mendes de frouxidão. A troca de ofensas entre os políticos expõe tensões dentro do cenário político brasileiro, especialmente entre apoiadores e críticos da administração anterior.

Eduardo critica Lula após encontro com Trump: 'Nada mudou nas relações com os EUA'

Eduardo Bolsonaro, deputado federal, criticou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva após um encontro entre Lula e Donald Trump na Malásia. Segundo Eduardo, as relações entre Brasil e Estados Unidos não avançaram, pois sanções e tarifas permanecem, resultando de um comportamento autoritário das instituições brasileiras. Ele mencionou que Lula não tem ajudado o país, acusando-o de legitimar a atuação do ministro Alexandre de Moraes e dos gastos da Advocacia Geral da União. A reunião terminou sem revogação das tarifas, mas houve promessas de futuras visitas e negociações bilaterais.

PT move ação para reverter arquivamento de processo contra Eduardo Bolsonaro

O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou um recurso ao plenário da Câmara dos Deputados buscando reverter o arquivamento do processo contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo Conselho de Ética. A decisão inicial, que resultou em 11 votos a 7 favoráveis ao arquivamento, foi contestada por Farias em nome de 80 deputados de diversos partidos. O processo tinha como foco as ações de Eduardo, que teriam influenciado autoridades nos EUA para impor sanções ao Brasil. O recurso critica o arquivamento sumário, alegando sua gravidade para o decoro e a honra do mandato parlamentar.

Moraes ordena defesa para Eduardo Bolsonaro em caso de coação

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a Defensoria Pública da União apresente a defesa de Eduardo Bolsonaro, acusado de coação no curso do processo. A denúncia, apresentada pela PGR em setembro, surge após a falta de resposta do deputado à notificação do Supremo, sendo que o prazo legal já havia expirado. Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo são acusados de tentar influenciar autoridades estrangeiras para sancionar o Brasil e seus integrantes governamentais. O defensor terá 15 dias para apresentar a defesa diante da gravidade das acusações enfrentadas por eles.

Conflito entre Eduardo Bolsonaro e Ciro Nogueira agita a direita brasileira

O deputado Eduardo Bolsonaro confrontou o presidente do PP, Ciro Nogueira, após ser acusado de causar prejuízos à direita brasileira durante sua atividade nos Estados Unidos. O senador criticou a ofensiva do deputado junto à administração Trump, atribuindo um 'prejuízo gigantesco' ao projeto político da direita para 2026. Em resposta, Eduardo salientou que a questão é pessoal para Ciro e que seus interesses não deveriam ofuscar o bem do Brasil. As desavenças internas na direita preocupam lideranças que buscam unidade, enquanto Eduardo se posiciona como potencial candidato à presidência em 2026, apesar das controvérsias.

Eduardo Bolsonaro elogia escolha de Marco Rubio para negociações com o Brasil

O deputado federal Eduardo Bolsonaro elogiou a decisão dos Estados Unidos de nomear Marco Rubio como secretário de Estado, responsável por conduzir as negociações com o Brasil. Eduardo destacou que Rubio, filho de imigrantes cubanos, possui um bom entendimento sobre a América Latina e os regimes totalitários da região. Ele também criticou o STF, reiterando que o Judiciário foi usado para perseguição política. Em reunião com Donald Trump, o presidente Lula pediu a retirada de tarifas sobre produtos brasileiros, propondo um encontro pessoal em breve para restaurar as relações entre Brasil e EUA.

Eduardo Bolsonaro: o polêmico protagonista da direita que incomoda

Eduardo Bolsonaro se tornou alvo de críticas e ironias durante um jantar que contou com sua presença e a de figuras como Alexandre de Moraes. Alguns participantes o consideraram um 'cabo eleitoral' para a campanha de Lula, levantando discussões sobre sua influência na direita. Leandro Ruschel questionou a falta de imparcialidade em eventos assim, enquanto comentários de veículos tradicionais sugerem uma divisão interna na direita, atribuindo a Eduardo a responsabilidade por uma potencial perda de votos. No entanto, seu trabalho é visto como uma estratégia eficaz que pressiona um sistema considerado corrupto, desafiando narrativas adversas.

Acelerando o processo: ação penal pode tornar Eduardo Bolsonaro inelegível

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, tem acelerado os procedimentos para a abertura de uma ação penal contra Eduardo Bolsonaro, que pode resultar em inelegibilidade do deputado por oito anos. Desde março, Moraes tem agido rapidamente, especialmente depois que Eduardo começou a criticar sua atuação nos EUA. A denúncia da Procuradoria-Geral da República foi formalizada após Eduardo ser acusado de coação à Justiça. Com a citação por edital, a contagem para a resposta de Eduardo começa, enquanto ele negocia com autoridades americanas para sancionar Moraes por suas investigações, criando tensões legais e políticas significativas.

Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil para escapar da justiça, afirma Moraes

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, acusou o deputado federal Eduardo Bolsonaro de estar nos Estados Unidos para evitar responsabilidades legais. Eduardo, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, está fora do país desde o início do ano, quando se licenciou do cargo. Ele enfrenta uma denúncia da PGR por coação judicial relacionada ao processo em que seu pai foi condenado a mais de 27 anos de prisão. Moraes disse que a presença do deputado fora do Brasil é parte de uma tentativa de eludir possíveis notificação e continuação de práticas criminais.

Eduardo Bolsonaro é notificado por edital enquanto tenta escapar da Justiça

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a notificação da denúncia contra Eduardo Bolsonaro seja feita por edital, já que o deputado está no exterior, dificultando o processo. Moraes alegou que Eduardo se encontra nos Estados Unidos para evitar possíveis responsabilizações judiciais. A Procuradoria-Geral da República apresentou denúncias, incluindo coação em processo judicial, e as acusações serão analisadas separadamente. Já o outro denunciado, Paulo Figueiredo, receberá notificação via cooperação internacional. Ambos têm 15 dias para se defenderem antes que o Supremo decida sobre a abertura de ação penal contra eles.

STF manda notificar Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em investigação golpista

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, ordenou a notificação de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo em investigação sobre uma trama golpista. Eduardo, que está no exterior para evitar a justiça, será notificado por edital, enquanto Paulo receberá uma carta rogatória por residir nos EUA há dez anos. Ambos têm 15 dias para apresentar defesa. A PGR os acusa de pressionar o governo Trump contra o Judiciário brasileiro após a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão. O processo pode levar à ação penal e à coleta de provas.

Câmara define relator do processo de cassação de Eduardo Bolsonaro

O deputado Delegado Marcelo Freitas foi designado como relator do processo de cassação de Eduardo Bolsonaro na Câmara dos Deputados. A seleção, feita pelo presidente do Conselho de Ética, Fábio Schiochet, ocorreu entre três candidatos, sendo Freitas o escolhido após a desistência de Duda Salabert devido a declarações que seriam consideradas impedimento. Eduardo é alvo de quatro pedidos de cassação apresentados pelo PT. Ele é acusado de abusar de sua posição ao permanecer nos EUA desde fevereiro, articulando sanções contra autoridades brasileiras e criticando o STF enquanto acumula faltas não justificadas desde julho.

Sóstenes e Eduardo Bolsonaro se unem em prol da anistia nos EUA

Na última quinta-feira, 25 de setembro, um encontro nos EUA reuniu o deputado Sóstenes Cavalcante, Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo. A pauta principal foi a proposta de anistia aos condenados pelos eventos de 8 de janeiro, dinâmica que ganhou força após recentes decisões na Câmara dos Deputados. Eduardo, que está nos EUA desde fevereiro, compartilhou uma foto em suas redes, enfatizando a união em prol da anistia. Sóstenes criticou a decisão do presidente da Câmara de barrar a indicação de Eduardo para liderar a minoria, sugerindo um possível viés de perseguição política.

Sóstenes Cavalcante se reúne com Eduardo Bolsonaro em defesa da anistia

Na quinta-feira, 25 de setembro de 2025, o deputado Sóstenes Cavalcante se encontrou com Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo nos Estados Unidos. O encontro ocorre após Sóstenes criticar a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, de barrar a indicação de Eduardo como líder da Minoria. Eduardo, que já está nos EUA desde fevereiro, acumula 23 faltas não justificadas, correndo o risco de perder seu mandato. Os participantes se manifestaram sobre a proposta de anistia aos condenados pelos eventos de 8 de Janeiro, reforçando sua união em torno do tema.

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